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O conselho perfeito de São João Paulo II para o amor duradouro.

             


    Hoje quero apresentar-lhe o um conselho sobre o casamento: o conselho perfeito de São João Paulo II para o amor duradouro.

            São João Paulo II tinha uma compreensão extraordinária do que faz o casamento funcionar. Seus escritos contêm algumas das melhores e mais transformadoras sabedorias sobre o matrimônio.

            Você pode não esperar que um homem celibatário tenha os melhores conselhos sobre relacionamento, mas São João Paulo II tinha uma compreensão extraordinária do que faz o casamento funcionar. Seus escritos contêm algumas das melhores e mais transformadoras sabedorias sobre o matrimônio.

            De fato, nunca precisamos tanto dos conselhos dele. Hoje o casamento é, muitas vezes, ridicularizado, visto como antiquado e desnecessário, ou como algo facilmente abandonado quando surge algo “maior e melhor”.

            Até mesmo para os casais que se comprometem de verdade a honrar seus votos, pode ser difícil manter a chama do amor acesa. À medida que os cônjuges ficam ocupados com carreiras e filhos, eles podem se sentir perdidos.

            São João Paulo II concentrou grande parte de seu esforço pastoral no fortalecimento da instituição do sacramento do matrimônio, o casamento. Graças à sua perspectiva de sacerdote e filho de pais amorosos e felizes, ele sabia a importância do matrimônio.

            Casamento é a base: Ele sabia que o casamento é a base da sociedade. Sabia que todas as partes da sociedade civil se beneficiam de casamentos fortes e saudáveis. Consequentemente, São João Paulo II dedicou muito de seu fecundo Pontificado, escritos e de suas alocuções e seu Magistério Pontifício para encorajar os casais a nutrirem o amor duradouro no relacionamento.

            Claro, uma de suas maiores contribuições nesta área é a Teologia do Corpo. Mas muito de sua sabedoria está em uma peça pouco conhecida que ele escreveu: "A Loja do

            Ouvires". Na obra, ele dramatizou as verdades essenciais que aprendeu sobre o casamento. Há uma cena especialmente comovente e inesquecível no final da peça. Trata-se de uma lição para todos os cônjuges.

            Um casal da peça, Stefan e Anna, ficaram frios um com o outro depois de muitos anos de casamento. Eles estão infelizes e não querem mais ficar casados. Anna leva sua aliança de casamento à joalheria para vendê-la.

            Ela é interrompida por um “interlocutor casual”, Adam, que a lembra da parábola das dez virgens, cinco das quais foram tão tolas que deixaram suas lâmpadas se apagarem. Ele sugere a Anna que, como as virgens prudentes, possa ir em frente e encontrar o Noivo com sua lâmpada.

            Mas quando o Noivo chega, não é outro senão seu distanciado marido, Stefan. Então, ela diz: "Quando eu então corri, tão cheia de esperança escondida,

            Em direção ao Noivo tão repentinamente prometido,

            Eu vi o rosto de Stefan.

            Ele deve ter esse rosto para mim?

            Por quê? Por quê?"

            Adam comenta: "No rosto do Noivo, cada um de nós encontra uma semelhança com os rostos daqueles com quem o amor nos enredou neste lado da vida, da existência. Estão todas nele."

            Casamentos felizes: Na peça, Anna e Stefan se reconciliam e o casamento melhora. Isso torna a história deles condizente com os dados que confirmam que a maioria dos casamentos infelizes se torna significativamente mais feliz se o casal aguentar por alguns anos (com a óbvia exceção de situações de abuso): "80% das pessoas que classificaram seus casamentos como 'infelizes' em uma pesquisa nacional, quando questionadas cinco anos depois, classificaram-no como 'mais feliz'. Dos casais que classificaram seus casamentos como 'miseráveis' (2%), cerca de 77% os classificaram como 'muito felizes' cinco anos depois."

            O segredo: A peça revela o lindo segredo dos casamentos felizes: ao amar a Cristo, amamos nosso cônjuge; ao amar nosso cônjuge, servimos a Cristo e encontramos o paraíso na terra. Este é o mistério do casamento que São João Paulo II revela. Para os casais, isso significa que o rosto do seu cônjuge é para você o rosto de Cristo, o Noivo.

            Valorizemos o matrimônio. Casais felizes são aqueles fundamentados em Cristo e na Igreja!

Padre Wagner Augusto Portugal.

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