25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Eu sou a salvação do povo, diz o Senhor. Se clamar por mim em qualquer provação eu o ouvirei e serei seu Deus para sempre”. Meus irmãos, Hoje vivenciamos a liturgia da gratuidade de Deus, num estudo apurado das realidades do Reino de Deus. Tudo isso dentro daquilo que a todos os homens que não são serenos aflige: “Os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos” (cf. Mt 20,16). A liturgia quer nos ensinar o que é a justiça: a bondade que vem de Deus Nosso Senhor. A Justiça de Deus não é contrária à sua bondade, pelo contrário, ela é idêntica. Isso porque Deus perdoa a todos os pecadores que se convertem. Deus não está interessado em pagamento, mas em vida, e vida em abundância: “Não quero a morte do pecador, mas sim, que ele se converta e viva”. (cf. Ez 18, 23). Essa mensagem é a primeira mensagem que vamos levar para casa hoje, refletindo a primeira leitura de Isaías (cf. Is 55,6-9), que nos oferece o convite para o tempo ...
24º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Ouvi, Senhor, as preces do vosso servo e do vosso povo eleito: daí a paz àqueles que esperam em vós, para que os vossos profetas sejam verdadeiros”. Celebramos no 24º. Domingo do Tempo Comum – do ano litúrgico A – o mistério e a realidade do perdão. Perdão que é uma necessidade ou apanágio da vida cristã, do “DNA” de todos os cristãos. Perdoar hoje, amanhã e sempre deve ser a bandeira diuturna dos seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo. Meus irmãos, A primeira leitura retirada do livro de Eclesiástico (Eclo 27,33-28,9) nos diz que quem é capaz de perdoar o próximo, recebe o perdão de Deus. O perdão deve ser ilimitado, generoso e gratuito, sem nada em troca, muito menos com condicionamentos. O perdão é a máxima liberalidade dos cristãos. O livro do Eclesiástico nos ensina que a verdadeira “sabedoria” está em não se deixar dominar pelo rancor, pela ira e pelos sentimentos de vingança. O “sábio” (isto é, aquele que quer ter êxito e ser fe...