27º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Senhor, tudo está em vosso poder e ninguém pode resistir à vossa vontade. Vós fizestes todas as coisas: o céu, a terra e tudo o que eles contêm; sois o Deus do universo” (cf. Est 1,9ss). A liturgia deste domingo nos coloca na perspectiva da reflexão sobre A VINHA DE DEUS. Um dos textos mais populares da literatura profética era o Cântico da Vinha, alegoria do profeta Isaías sobre a ingratidão da vinha escolhida por Deus, rodeada por ele com todos os cuidados possíveis e que, contudo, não produziu frutos. A vinha é Israel que, em vez de produzir a justiça — o bem que Deus deseja para todos —, institucionalizou o derramamento de sangue e a opressão. Assim se desenrola a Primeira Leitura de Hoje do Profeta Isaías (Is 5,1-7). A pregação de Isaías se refere a acontecimentos concretos e toca a realidade da vida, dos problemas, das inquietações, das esperanças dos homens do seu tempo. A sociedade de Judá está marcada por grandes injustiças e arb...
Caro(a) amigo(a), A virtude da prudência como caminho para uma vida transformada. Em um mundo de informações rápidas e decisões impulsivas, a voz de Tomás de Kempis, autor de “A Imitação de Cristo”, ressoa com uma sabedoria atemporal: “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade, exceto amar a Deus e servi-lo.” Mas como amar e servir a Deus em meio a tantas distrações e pressões? Este não é apenas um conceito teórico, mas uma virtude cardeal que nos convida a uma transformação profunda. É a capacidade de discernir o bem em cada situação e escolher os meios mais adequados para alcançá-lo, sempre sob a luz da fé. É a bússola que orienta nossa alma, garantindo que cada passo nos aproxime mais de Cristo. Desvendando a prudência na prática. Tomás de Kempis, em seu Livro 1, Capítulo 4, “A Prudência no Agir”, nos adverte contra a precipitação e a superficialidade: “Grande sabedoria é não precipitar-se no agir, nem se firmar pertinazmente nas impressões dos sentidos. Tampouco tem relaçã...