“Contemplarei, justificado, a vossa face; e serei saciado quando se manifestar a vossa glória”(cf. Sl.16,15). Meus irmãos e minhas irmãs, A Sagrada Liturgia nos levou, nos domingos precedentes, a reflexão do primeiro discurso de Jesus que foi o Sermão da Montanha e do seu segundo discurso que foi o Sermão Missionário. Mateus na sua exegese nos introduz hoje na leitura do terceiro discurso de Jesus que agrupa sete parábolas, que são as lições que Jesus nos ensina e que todos devemos aprender didaticamente a pedagogia do Reino de Deus. Claras e simples as parábolas argumentam o dia a dia de todos os que querem seguir Jesus. Por isso Jesus hoje nos apresenta a Parábola da Palavra de Deus que é semeada no coração humano. Encontrará a Palavra Divina um coração disposto a acolhê-la? Como nós nos portamos diante da Palavra de Deus? Nós somos corações que são como terra boa ou fértil para acolher a Palavra de Deus? Que Deus nos ajude a podermos cantar com grande entusiasmo o que o salmist...
Reze o Salmo 58 para confiar na justiça de Deus. Em momentos em que nos sentimos impotentes diante da injustiça ou da maldade, o Salmo 58 nos convida a colocar nossa confiança em Deus, o único Juiz verdadeiro. O mundo nem sempre é justo. Muitas vezes, vemos pessoas arrogantes, corruptas ou maldosas prosperarem, enquanto os justos e humildes sofrem as consequências de ações alheias. Diante desse cenário, a nossa reação natural pode ser a indignação, o desespero ou a vontade de fazer justiça com as próprias mãos. É justamente nesses momentos que rezar com os salmos se torna um refúgio poderoso. Salmos: o grito da alma O Salmo 58 é um salmo de lamentação e de apelo à justiça divina. O salmista, em um momento de angústia, clama contra aqueles que decidem injustamente e que se desviam do caminho do bem. Ele expressa a frustração de quem se sente impotente diante de juízes ou poderosos que ignoram a retidão. Mas, ao contrário de outros gritos que buscariam apenas vingança, este salmo termina...