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A virtude da prudência como caminho para uma vida transformada

  Caro(a) amigo(a), A virtude da prudência como caminho para uma vida transformada. Em um mundo de informações rápidas e decisões impulsivas, a voz de Tomás de Kempis, autor de “A Imitação de Cristo”, ressoa com uma sabedoria atemporal: “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade, exceto amar a Deus e servi-lo.” Mas como amar e servir a Deus em meio a tantas distrações e pressões? Este não é apenas um conceito teórico, mas uma virtude cardeal que nos convida a uma transformação profunda. É a capacidade de discernir o bem em cada situação e escolher os meios mais adequados para alcançá-lo, sempre sob a luz da fé. É a bússola que orienta nossa alma, garantindo que cada passo nos aproxime mais de Cristo. Desvendando a prudência na prática. Tomás de Kempis, em seu Livro 1, Capítulo 4, “A Prudência no Agir”, nos adverte contra a precipitação e a superficialidade: “Grande sabedoria é não precipitar-se no agir, nem se firmar pertinazmente nas impressões dos sentidos. Tampouco tem relaçã...
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Seis maneiras de rezar se você se sente espiritualmente cansado

  Caro(a) amigo(a), Seis maneiras de rezar se você se sente espiritualmente cansado. Se neste momento você tem dificuldade para rezar, estas formas simples podem ajudá-lo a manter-se perto de Deus, mesmo nos dias em que se sente cansado. Sejamos sinceros: nem todas as etapas da vida são especialmente propícias à oração. É possível que você acredite profundamente em Deus e, ainda assim, se sinta distraído, vazio, sobrecarregado ou simplesmente exausto. Ao caminhar para decisões importantes para o país, como as eleições que se aproximam, muitas pessoas carregam um cansaço silencioso, provocado pelo ritmo de vida, pela preocupação com o mundo ou pelas lutas pessoais que ninguém mais vê. Assim, se agora mesmo você tem dificuldade para rezar, não é que esteja falhando. Você é humano. A boa notícia é esta: a oração não está reservada para os momentos em que você se sente santo, tranquilo ou inspirado. De fato, algumas das orações mais sinceras começam precisamente quando você não s...

Como curar as feridas da alma e do coração?

  Caro(a) amigo(a), Como curar as feridas da alma e do coração? Cada um precisa de um tempo para processar a dor. O que não pode é fugir dela. As feridas da alma e do coração pesam muito mais do que as dores do corpo. O ser humano sofre, é vulnerável e sempre se vê impactado por decepções, frustrações e perdas. Como curar um coração ferido? O apoio dos amigos: para curar as feridas do nosso mundo afetivo, é importante que tomemos a responsabilidade de cuidarmos de nós mesmos. Especialmente quando essas feridas pesam muito. Nesse caso, a gente tende a ficar mais sozinho, pois as companhias excessivas podem se transformar em ruído para a mente quando você precisa olhar para dentro de si e se conectar com você mesmo. Mas é melhor procurar um amigo que, inclusive, fique em silêncio com você. A base da verdadeira amizade é a presença. Entender as causas: a tristeza é humana e, como tal, é importante que ela seja assumida e vivida. Além disso, é essencial analisar as causas d...

26º Domingo do Tempo Comum – A

  26º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Senhor, tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos segundo vossa misericórdia” (Cf. Dn 3,31.29s.43-42). O arrependimento que é colocado nesta celebração deste 26º Domingo do Tempo Comum, dentro do mês das missões, nos leva a uma reflexão necessária: todo erro é anulado com o arrependimento, nos dando a oportunidade de ver nossa vida reaberta para a graça de Deus, para a construção de redes de comunidade, e mais do que tudo isso, para a vivência de nossa fé no bem do tempo de Deus, o tempo da graça, da misericórdia, da acolhida e da gratuidade porque somos conclamados a refletir sobre a misericórdia de Deus, porque TENDE EM VÓS OS MESMOS SENTIMENTOS DE JESUS CRISTO! Meus irmãos e minhas irmãs, A conversão e a graça são os temas da liturgia deste domingo, que de uma maneira paulatina se aproxima do final do ano litúrgico, desenhand...

As quatro realidades que nos levam a um caminho de paz e renovação.

  Caro(a) amigo(a), As quatro realidades que nos levam a um caminho de paz e renovação. Hoje, vamos meditar sobre o capítulo 23 da terceira parte da obra Imitação de Cristo, com o tema “Quatro realidades que suscitam grande paz”. Aplicar-se em fazer as vontades dos outros em um sentido caridoso “A primeira: aplica-te, filho, a fazer a vontade de outros antes que a tua. A segunda: escolha sempre menos antes que ter mais. Terceira: procura sempre o lugar mais baixo e esteja submetido a todos. E, por último, a quarta: deseja sempre e roga que a vontade de Deus se faça plenamente em ti”. Sobre a primeira realidade, precisamos compreender que nós também devemos nos aplicar em fazer a vontade dos outros, mas em um sentido bonito e caridoso: no sentido da nossa própria vida, que nunca é uma realização fechada somente em nós, mas sim um caminho de saída em direção ao outro. Então, essa primeira dica é termos a capacidade de sairmos de nós mesmos e entender o outro, de nos coloc...

Você tem coragem de carregar a sua cruz ou só quer as bênçãos? O desafio da cruz no discipulado.

  Caro(a) amigo(a), Você tem coragem de carregar a sua cruz ou só quer as bênçãos? O desafio da cruz no discipulado. O itinerário espiritual proposto pela obra clássica “Imitação de Cristo” nos convida a uma jornada profunda de fé e entrega. Somos levados a meditar sobre um tema central e, muitas vezes, desafiador da vida cristã: a Cruz. O Capítulo Onze, intitulado “O pequeno número dos que amam a Cruz”, nos confronta com uma verdade incômoda, mas essencial para quem deseja seguir os passos de Jesus mais de perto. “Jesus, de fato, conta com muitos que amam o seu reino celeste, mas com poucos que carregam a sua Cruz. Encontra vários companheiros de mesa, mas poucos de abstinência.” Essa passagem ressoa profundamente em nossos corações. É fácil amar as bênçãos e as alegrias do Reino de Deus, mas o verdadeiro discipulado exige mais. Ele nos chama a abraçar a Cruz, a renunciar a nós mesmos e a seguir a Cristo, mesmo quando o caminho se torna árduo. A Cruz não é um acidente na v...

25º Domingo do Tempo Comum – A

  25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Eu sou a salvação do povo, diz o Senhor. Se clamar por mim em qualquer provação eu o ouvirei e serei seu Deus para sempre”. Meus irmãos, Hoje vivenciamos a liturgia da gratuidade de Deus, num estudo apurado das realidades do Reino de Deus. Tudo isso dentro daquilo que a todos os homens que não são serenos aflige: “Os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos” (cf. Mt 20,16). A liturgia quer nos ensinar o que é a justiça: a bondade que vem de Deus Nosso Senhor. A Justiça de Deus não é contrária à sua bondade, pelo contrário, ela é idêntica. Isso porque Deus perdoa a todos os pecadores que se convertem. Deus não está interessado em pagamento, mas em vida, e vida em abundância: “Não quero a morte do pecador, mas sim, que ele se converta e viva”. (cf. Ez 18, 23). Essa mensagem é a primeira mensagem que vamos levar para casa hoje, refletindo a primeira leitura de Isaías (cf. Is 55,6-9), que nos oferece o convite para o tempo ...