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26º Domingo do Tempo Comum – A

  26º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Senhor, tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos segundo vossa misericórdia” (Cf. Dn 3,31.29s.43-42). O arrependimento que é colocado nesta celebração deste 26º Domingo do Tempo Comum, dentro do mês das missões, nos leva a uma reflexão necessária: todo erro é anulado com o arrependimento, nos dando a oportunidade de ver nossa vida reaberta para a graça de Deus, para a construção de redes de comunidade, e mais do que tudo isso, para a vivência de nossa fé no bem do tempo de Deus, o tempo da graça, da misericórdia, da acolhida e da gratuidade porque somos conclamados a refletir sobre a misericórdia de Deus, porque TENDE EM VÓS OS MESMOS SENTIMENTOS DE JESUS CRISTO! Meus irmãos e minhas irmãs, A conversão e a graça são os temas da liturgia deste domingo, que de uma maneira paulatina se aproxima do final do ano litúrgico, desenhand...
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As quatro realidades que nos levam a um caminho de paz e renovação.

  Caro(a) amigo(a), As quatro realidades que nos levam a um caminho de paz e renovação. Hoje, vamos meditar sobre o capítulo 23 da terceira parte da obra Imitação de Cristo, com o tema “Quatro realidades que suscitam grande paz”. Aplicar-se em fazer as vontades dos outros em um sentido caridoso “A primeira: aplica-te, filho, a fazer a vontade de outros antes que a tua. A segunda: escolha sempre menos antes que ter mais. Terceira: procura sempre o lugar mais baixo e esteja submetido a todos. E, por último, a quarta: deseja sempre e roga que a vontade de Deus se faça plenamente em ti”. Sobre a primeira realidade, precisamos compreender que nós também devemos nos aplicar em fazer a vontade dos outros, mas em um sentido bonito e caridoso: no sentido da nossa própria vida, que nunca é uma realização fechada somente em nós, mas sim um caminho de saída em direção ao outro. Então, essa primeira dica é termos a capacidade de sairmos de nós mesmos e entender o outro, de nos coloc...

Você tem coragem de carregar a sua cruz ou só quer as bênçãos? O desafio da cruz no discipulado.

  Caro(a) amigo(a), Você tem coragem de carregar a sua cruz ou só quer as bênçãos? O desafio da cruz no discipulado. O itinerário espiritual proposto pela obra clássica “Imitação de Cristo” nos convida a uma jornada profunda de fé e entrega. Somos levados a meditar sobre um tema central e, muitas vezes, desafiador da vida cristã: a Cruz. O Capítulo Onze, intitulado “O pequeno número dos que amam a Cruz”, nos confronta com uma verdade incômoda, mas essencial para quem deseja seguir os passos de Jesus mais de perto. “Jesus, de fato, conta com muitos que amam o seu reino celeste, mas com poucos que carregam a sua Cruz. Encontra vários companheiros de mesa, mas poucos de abstinência.” Essa passagem ressoa profundamente em nossos corações. É fácil amar as bênçãos e as alegrias do Reino de Deus, mas o verdadeiro discipulado exige mais. Ele nos chama a abraçar a Cruz, a renunciar a nós mesmos e a seguir a Cristo, mesmo quando o caminho se torna árduo. A Cruz não é um acidente na v...

25º Domingo do Tempo Comum – A

  25º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Eu sou a salvação do povo, diz o Senhor. Se clamar por mim em qualquer provação eu o ouvirei e serei seu Deus para sempre”. Meus irmãos, Hoje vivenciamos a liturgia da gratuidade de Deus, num estudo apurado das realidades do Reino de Deus. Tudo isso dentro daquilo que a todos os homens que não são serenos aflige: “Os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos” (cf. Mt 20,16). A liturgia quer nos ensinar o que é a justiça: a bondade que vem de Deus Nosso Senhor. A Justiça de Deus não é contrária à sua bondade, pelo contrário, ela é idêntica. Isso porque Deus perdoa a todos os pecadores que se convertem. Deus não está interessado em pagamento, mas em vida, e vida em abundância: “Não quero a morte do pecador, mas sim, que ele se converta e viva”. (cf. Ez 18, 23). Essa mensagem é a primeira mensagem que vamos levar para casa hoje, refletindo a primeira leitura de Isaías (cf. Is 55,6-9), que nos oferece o convite para o tempo ...

24º Domingo do Tempo Comum – A

  24º DOMINGO DO TEMPO COMUM – A “Ouvi, Senhor, as preces do vosso servo e do vosso povo eleito: daí a paz àqueles que esperam em vós, para que os vossos profetas sejam verdadeiros”. Celebramos no 24º. Domingo do Tempo Comum – do ano litúrgico A – o mistério e a realidade do perdão. Perdão que é uma necessidade ou apanágio da vida cristã, do “DNA” de todos os cristãos. Perdoar hoje, amanhã e sempre deve ser a bandeira diuturna dos seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo. Meus irmãos, A primeira leitura retirada do livro de Eclesiástico (Eclo 27,33-28,9) nos diz que quem é capaz de perdoar o próximo, recebe o perdão de Deus. O perdão deve ser ilimitado, generoso e gratuito, sem nada em troca, muito menos com condicionamentos. O perdão é a máxima liberalidade dos cristãos. O livro do Eclesiástico nos ensina que a verdadeira “sabedoria” está em não se deixar dominar pelo rancor, pela ira e pelos sentimentos de vingança. O “sábio” (isto é, aquele que quer ter êxito e ser fe...