“Senhor, tudo está em vosso poder e
ninguém pode resistir à vossa vontade. Vós fizestes todas as coisas: o céu, a
terra e tudo o que eles contêm; sois o Deus do universo!” (cf. Est. 1,9.10s)
Meus queridos Irmãos e Irmãs,
Duas palavras hoje nos convidam para a reflexão em
torno de toda a liturgia: a FÉ e a FIDELIDADE. Quando Habacuc, na
primeira leitura, diante da desordem em Judá, nos últimos anos antes do exílio,
grita a Deus com impaciência, quase com desespero, Deus anuncia que ele tratará
o mal por um remédio mais tremendo ainda: os babilônicos. À objeção de Habacuc
contra esta solução, o Senhor Deus responde: “Eu sei que o faço; não preciso
prestar contas; mas os justos se salvarão por sua fidelidade”.
Na primeira leitura (cf. Hab 1,2-3; 2,2-4), o profeta
pede explicação a Deus – este trecho é um diálogo entre Deus e o profeta. O
profeta se queixa, por causa do tirano rei Joaquim, que reinava sobre Judá
entre 609-598 a.C., porque a impiedade está vencendo. O direito e o próprio
justo são pisados ao pé. A resposta: vem coisa pior ainda! Deus não precisa
prestar contas para o homem. Este é que lhe deve obediência, também nas horas
negras.
O rei de Judá é, nesta altura, Joaquim (609-598 a.C.).
Trata-se de um rei fraco, incompetente, que explora o povo, que deixa aumentar
as injustiças e cavar um fosso cada vez maior entre ricos e pobres; além disso,
desenvolve uma política aventureirista de alianças com as superpotências da
época. Apesar das simpatias pró-egípcias de Joaquim, Judá sente já o peso do
imperialismo babilônico e vê-se obrigado a pagar um pesado tributo a
Nabucodonosor. Prepara-se a queda de Jerusalém nas mãos dos babilônios, a morte
de Joaquim, a deportação do seu filho e sucessor Joaquin (que reinou apenas
três meses – cf. 2 Re 24,8) e a partida para o exílio de uma parte
significativa da classe dirigente de Judá (primeira deportação: 597 a.C.).
O profeta Habacuc grita a sua impaciência (e a
impaciência do seu Povo), questionando a atitude complacente de Deus para com o
pecado; ele não compreende que Deus contemple, impassível, as lutas e contendas
do seu tempo. Habacuc sente-se interpelado pelo que o rodeia e não concebe que
Deus (esse mesmo Deus que se manifestou como libertador e salvador na história
do Povo e que se proclama fiel aos compromissos que assumiu para com os homens)
não ponha fim a tantas grosseiras violações do seu projeto para o mundo.
O profeta não se limita a escutar a Palavra de Deus e
a transmiti-la; ele próprio toma a iniciativa, pergunta a Deus, exige
respostas. E, como uma sentinela vigilante, fica à espera que Deus Se
justifique (cf. Hab 2,1). Finalmente, Deus digna-Se responder. A mensagem é de
esperança, pois a resposta de Deus deixa claro que Ele não fica indiferente
diante do mal que desfeia o mundo e que o momento da vingança divina está para
chegar; ao homem, resta esperar com paciência o tempo da ação de Deus (cf. Hab
2,2-5): nessa altura, o orgulhoso e o prepotente receberão o castigo e o justo
triunfará.
Todos nós devemos aprender a confiar em Deus, a
entregarmo-nos nas suas mãos, a sentir que Ele é um Pai que nos ama e que,
aconteça o que acontecer, está a escrever a história por caminhos direitos
(embora os caminhos pelos quais Deus conduz o mundo nos pareçam, tantas vezes,
estranhos, misteriosos, enigmáticos, incompreensíveis). Há que confiar na
bondade e na magnanimidade desse Deus que nos ama como filhos e que tudo fará,
sempre, para nos oferecer vida e felicidade.
Caros fiéis,
A Segunda Carta de São Paulo a Timóteo contém, como a
primeira, conselhos pastorais do Apóstolo Paulo para o seu grande colaborador e
sucessor na animação das Igrejas da Ásia: esse Timóteo que acompanhou Paulo nas
suas viagens missionárias e que, segundo a tradição, foi bispo de Éfeso. Também
aqui, é muito duvidoso que seja Paulo o autor deste texto. Os argumentos são os
mesmos que vimos a propósito da Primeira Carta a Timóteo: linguagem diferente
da utilizada habitualmente por Paulo, estilo diferente, doutrinas diferentes e,
sobretudo, um contexto eclesial que nos situa mais no final do séc. I ou
princípios do séc. II do que na época de Paulo (o grande problema destas cartas
já não é o anunciar o Evangelho, mas o “conservar a fé” frente aos falsos
mestres que se infiltram nas comunidades e que ensinam falsas doutrinas).
De qualquer forma, quem escreve a carta (e que se
apresenta na pele de Paulo) diz encontrar-se na prisão e pressentir a
proximidade da morte. Exorta insistentemente Timóteo a perseverar no ministério
e a conservar a sã doutrina. É uma espécie de “testamento”, no qual Timóteo
(que aqui representa todos os animadores das comunidades cristãs) é convidado a
manter-se fiel ao ministério e à doutrina recebidos dos apóstolos.
A segunda leitura (cf. 2 Tm 1,6-8.13-14) adverte que
não devemos nos envergonhar do Evangelho e que devemos guardar o bem
depositado. Esta exortação paulina aos pastores lembra que eles estão servindo
ao Cristo aniquilado. O “bom depósito” é a plena verdade do Evangelho. Repletos
dela, poderão distribuí-la aos outros. O cristão é responsável não só por sua
própria fé, mas também pela fé do irmão.
É um pedido lógico: mesmo que a opção de doar a vida a
Deus e aos irmãos já tenha sido tomada, essa decisão fundamental necessita,
cada dia, de ser aprofundada e confirmada. As desilusões, os fracassos, a
monotonia e a fragilidade humana arrefecem o entusiasmo original; e é
necessário, a cada instante, redescobrir o sentido das opções fundamentais que,
um dia, o discípulo fez. Na sequência, são recordadas a Timóteo três das
qualidades fundamentais que devem estar sempre presentes no apóstolo: a
fortaleza frente às dificuldades, o amor que o impulsionará para uma entrega
total a Cristo e aos homens, e a prudência (ou moderação) necessária para a
animação e orientação da comunidade.
A interpelação do autor da Segunda Carta a Timóteo
dirige-se, antes de mais, a todos aqueles que um dia aceitaram o Batismo e
optaram por Cristo. Na verdade, o mundo que nos rodeia apresenta imensos
desafios que, muitas vezes, nos desmobilizam do serviço do Evangelho e dos
valores de Jesus. É por isso que é preciso redescobrir os fundamentos do nosso
compromisso. Quais são os interesses que influenciam a minha vida e que
condicionam as minhas opções: meus gostos pessoais, as indicações da moda, as
sugestões da sociedade ou as exigências e os valores do Evangelho de Jesus?
Esta leitura nos convida a redescobrir, cada dia, esse entusiasmo que nos
enchia o coração no dia em que optamos pela entrega da própria vida a Cristo e
aos irmãos. Este convite nos insiste a despir da preguiça, da inércia, do
comodismo e a fazer de nossa vida, em cada dia, um dom corajoso ao “Reino”.
Meus irmãos,
A fé não se mede pelo tamanho, mas muito mais pela
qualidade e pelo compromisso de evangelização, de nova e eterna evangelização,
aonde somos chamados a resgatar a pessoa humana na sua integralidade. Hoje,
Jesus no Evangelho (cf. Lc 17,5-10), capítulo 17 de São Lucas, nos fala da fé,
razão propulsora da misericórdia. Jesus não diz o que é a fé, mas apresenta
qualidades da fé que nos ajudam a examinar a fé que temos e professamos.
A fé é uma experiência pessoal que vai evoluindo para
se transformar numa experiência comunitária ou eclesial, que nos enche de
encantamento na busca do rosto de Deus. A fé pessoal tem que se transformar em
fé eclesial ou religiosa. Confiamos, mesmo contra todas as nossas tendências e
pecados, na misericórdia de Deus que nos embala pela força do Espírito Santo na
vivência da fé pela Palavra de Deus e pela celebração dos sacramentos e
sacramentais.
Vivemos um grande momento de crise de fé e de grande
secularismo. A humanidade está vivendo uma grande crise de relacionamento. À
raiz dessa crise está o enfraquecimento da fé em Deus, criador e provedor. A fé
cristã vê a força de Deus encarnada em Jesus Cristo, Palavra viva de Deus no
meio de nós, conosco, fazendo-nos um só.
Irmãos e Irmãs,
Jesus apresenta o Deus misericordioso, que abraça o
filho pródigo sem pedir satisfações nem impor condições. Assim deve ser nossa
práxis cristã. Jesus nos ensina que o perdão não tem limites, mesmo para homens
cuja generosidade maior havia chegado até a lei do talião, isto é, “olho por
olho, dente por dente”.
Os apóstolos pedem a Jesus que aumente a sua fé. As
exigências de Jesus são difíceis para aqueles que foram escolhidos para o
Colégio Apostólico. Jesus chama os discípulos a dar um passo adiante, com novo
modo de pensar e de se comportar. A fé pode até ser pequena como um grão de
mostarda, mas terá a força de fazer coisas extraordinárias, até mesmo contra as
chamadas leis da natureza, como plantar uma árvore sobre as ondas do mar. A fé
põe a criatura em comunhão com Deus e a faz participar de sua força criadora e
salvadora.
Meus amigos,
A fé necessita de duas qualidades:
1.
DINÂMICA. A fé não é sinônimo de resignação. Nada tem a ver com
quietismo. A fé é coragem e decisão, ação e iniciativa. A fé é tão ativa que é
capaz de mudar a ordem da criação. A fé pode ser o impossível, porque Jesus nos
ensinou: “Comigo tudo podeis” (cf. Jo 15,5). A fé é dinâmica e opera
sempre, em dias de bonança e em dias de martírio ou dificuldades. Tem a força
de nos fazer caminhar também por cima das coisas negativas, como o pecado, a
dúvida, a confusão e a violência injusta.
2.
HUMILDADE. Fé humilde, generosa e gratuita. A criatura diante do
Criador deve estar disponível, sem cálculos, sem pretensões, sem contrato.
Muitos cristãos procuram a fé em troca de uma recompensa. Essa era a
mentalidade dos judeus e até dos apóstolos no início da pregação. Mas Jesus
fala da gratuidade. Jesus é duro e direto: depois de um dia de trabalho ou de
vida inteira consagrada às coisas de Deus, devemos dizer: “Somos servos
inúteis. Fizemos apenas o que devíamos fazer”.
Quando os discípulos pedem a Jesus que “aumente a sua
fé”, Ele confirma a necessidade da fé. Mas uma fé profundamente dinâmica na
dimensão para Deus e na dimensão para o próximo: uma fé humilde diante de Deus
e diante de nossas pretensões.
Caros irmãos,
A “fé” é, antes de mais, a adesão à pessoa de Jesus
Cristo e ao seu projeto. O “Reino” é uma realidade sempre “a fazer-se”; mas
apresentam-se, com frequência, situações de injustiça, de violência, de
egoísmo, de sofrimento e de morte, que impedem a concretização do “Reino”. Como
é que eu – homem ou mulher de fé – ajo nessas circunstâncias? A minha “fé” em
Jesus conduz-me a um empenho concreto pelo “Reino” e entusiasma-me a lutar
contra tudo o que impede a concretização do “Reino”? Nós, homens, somos, com frequência,
muito ciosos dos nossos direitos, dos nossos créditos, daquilo que nos devem
pelas nossas boas ações. Quando transportamos isto para a relação com Deus,
construímos um deus que não é mais do que um contabilista, que escreve nos seus
livros os nossos créditos e os nossos débitos, a fim de nos pagar
religiosamente, de acordo com os nossos merecimentos.
Na realidade – ensina o Evangelho de hoje – não
podemos exigir nada de Deus: existimos para cumprir, humildemente, o papel que
Ele nos confia, para acolher os seus dons e para O louvar pelo seu amor. É
nesta atitude que o discípulo de Jesus deve estar sempre.
Caros irmãos,
“Aumenta a nossa fé!” Jesus já tinha ouvido uma súplica semelhante, quando
o pai da criança epiléptica lhe havia suplicado: “Vem em ajuda da minha
pouca fé!” A resposta de Jesus é surpreendente, até provocadora, sem
dúvida: “Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira:
'Arranca-te daí e vai plantar-te no mar', e ela obedecer-vos-ia”. Sua
resposta, na realidade, força-nos a ir para além do imediato e do sensacional.
A fé é já um caminho humano. Quando duas pessoas se
amam, sabem muito bem que o seu amor não se pode demonstrar cientificamente. O
amor descobre-se como um dom gratuito, mas constrói-se na confiança. Posso
dizer àquele ou àquela que amo: “Eu sei que te amo”, porque sei o que
vibra dentro de mim. Mas, ao mesmo tempo, não posso dizer-lhe: “Creio que tu
me amas”, porque não estou na pele do outro. O amor implica, pois, um salto
num certo desconhecido que, no plano das relações humanas, pode, sem dúvida,
apoiar-se nas provas “tangíveis”, mas que são frágeis.
Quando se trata da nossa relação com Deus, a fé é, sem
dúvida, mais difícil, porque não tem – ou tem muito pouco – suporte “afetivo”.
Mas o “princípio”, finalmente, é o mesmo: sou convidado a ter confiança na
Palavra de Deus, que se exprimiu plenamente em Jesus e foi transmitida pelos
seus primeiros discípulos. Jesus dá-lhes como missão serem suas testemunhas
autorizadas. Posso, sem dúvida, pôr em causa o seu testemunho, não aderir a
Ele, exigindo provas convincentes. Mas posso, igualmente, comprometer-me em
outro caminho: o da relação amorosa com Jesus. A fé só se pode viver numa
relação de amor que nos faz ver para lá das aparências, porque os homens veem
com os olhos, mas Deus vê com o coração.
“Sim, Jesus, aumenta em mim a fé, para que eu possa
amar-Te sempre cada vez mais.”
Meus caros amigos,
Na segunda leitura, São Paulo admoesta seu amigo
Timóteo a manter plena fidelidade ao Senhor. Pois também o ministro da fé deve
firmar-se na fidelidade, para poder firmar seus irmãos na fé. Não se
envergonhar, observar a doutrina sadia recebida do Apóstolo, guardar o “bom
depósito”, ou seja, o bem a ele confiado: o Evangelho. Nas circunstâncias
daquele tempo e de todos os tempos, ontem, hoje e amanhã, isso só é possível
com a força do Espírito Santo.
O seguidor de Jesus Cristo vive num contexto e num
mundo secularizado, do qual Deus está ausente, que vive e se organiza sem Ele.
Com a sua fé, o cristão tem neste mundo a tarefa de destruir as falsas
seguranças, propondo-lhe as questões fundamentais e oferecendo a todos a sua
grande esperança. A fé cristã é posta diante de um desafio: tornar-se
propugnadora de problemas que nenhum laboratório, experiência ou computador
eletrônico podem resolver, e que, no entanto, decidem o destino do homem e do
mundo.
O católico, com a sua fé, tem a tarefa evangelizadora
de destruir as falsas seguranças, propondo ao mundo Jesus Cristo Ressuscitado,
esperança contra toda esperança humana. A fé cristã é posta diante de um
desafio hodierno: tornar-se propugnadora de problemas que nenhum laboratório,
experiência ou computador podem resolver. A fé resolve o destino do homem e do
mundo, por isso pedimos que nossa fé seja sempre revigorada.
Assim, a Comunidade eclesial, neste dia do Senhor, é
convidada com insistência a dar graças a Deus e unir à oferta de Cristo todas
essas experiências de Páscoa. Por elas, os cristãos fazem uso dos bens
materiais sem, no entanto, a elas estarem escravizados. A confiança em Cristo
liberta o coração do homem para Deus e para os irmãos. Por isso, rezemos com
insistência: “Senhor, aumentai a nossa fé!”
Prezados irmãos,
A fé não pode ser medida por quantidade, porque é um
dinamismo que exige fidelidade e sinceridade com a verdade do coração. Para
Jesus, o caminho de quem acolhe a fé é o serviço fraterno. É como se o servidor
– que deve tomar consciência de que é portador do dom, não um contratado para
trabalhar – possibilitasse aflorar do seu interior a força de vida que o
habita.
A liturgia da Palavra deste domingo, além de ser
oportunidade de celebrar com os irmãos e irmãs em comunidade, propõe a
importante reflexão sobre a saúde da nossa fé, sobre a forma como a acolhemos e
a traduzimos para o mundo. A Palavra é um mapa que orienta, dinamiza e converte
aquilo que precisamos transformar.
Caros irmãos,
Iniciamos o mês das missões, e a liturgia nos provoca
com uma questão atual a respeito da relação entre a fé e suas consequências
para a vida.
O grito de Habacuc pode ser também o nosso. Assistimos
a tantas injustiças, violências e desrespeitos e sofremos com tudo isso. A
queixa daquele tempo pode se estender ainda mais diante das complexas tarefas
sociais que temos na atualidade. Deus responde que o justo (fiel) viverá por
sua fé. Isso significa que quem crê deve se comprometer na vivência da fé e se
engajar para que as coisas melhorem. Imaginemos como o Brasil seria melhor se
os políticos que citam a Bíblia vivessem verdadeiramente o que leem. Infelizmente,
as notícias mostram o contrário.
O dom da fé é pedido pelos discípulos a Jesus.
Contudo, o Mestre não ensina como acreditar em mais coisas, e sim como
qualificar o que se crê, vivendo-o como amor e serviço. Esse ato de crer
mencionado por Jesus deriva de um abandono confiante no mistério divino. Ele
próprio o demonstrou com sua vida, servindo a todos até o fim.
A fé transmitida por Paulo a Timóteo deve ser
proclamada a mais pessoas. Ela chegou até nossos dias atravessando séculos e
tocando-nos no presente momento de nossa história. Diante dos desafios
contemporâneos, não precisamos recuar com receios, mas confiar no Espírito de
fortaleza, de amor e de moderação que recebemos.
Nós, que acolhemos o dom da fé, não a guardamos para
nós mesmos. Cabe-nos propagá-la, vivendo-a no amor e no serviço a quem precisa.
Nossa melhor missão é o testemunho de uma vida cristã comprometida e
perseverante, como afirma uma frase famosa de Dom Helder Câmara: “É graça
divina começar bem. Graça maior é persistir na caminhada certa. Mas graça das
graças é não desistir nunca”.
A Igreja missionária é aquela em saída, que está perto
dos pobres, vai às periferias existenciais, que são todas as pessoas de boa
vontade. A Igreja missionária toca nas feridas do povo. Como disse o Papa
Francisco, Ela é como um hospital de campanha, uma mãe de coração aberto e
portas abertas. Sejamos missionários!
Padre Wagner
Augusto Portugal
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