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SOLENIDADE DE PENTECOSTES, C.


 “O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habilita em nós, aleluia!” (cf. Rm 5,5; 10,11)


Meus queridos irmãos,

Vivemos hoje a grande festa da Igreja Universal: a manifestação do Espírito Santo sobre a Igreja nascente. É o Espírito Santo que anima e ilumina a vida da comunidade e dos fiéis cristãos. 

Poderíamos iniciar a nossa reflexão com uma indagação: Pentecostes é o aniversário da Igreja? De certa maneira, sim. A primeira comunidade havia sido reunida por Jesus durante a sua vida. Mas o que foi tão decisivo na data de Pentecostes, depois da morte e ressurreição de Jesus, é que, a partir daí, começou a proclamação ao mundo inteiro da salvação em Jesus Cristo, morto e ressuscitado.

Para os antigos judeus, Pentecostes era o aniversário da proclamação da Lei no monte Sinai: essa proclamação constituiu, por assim dizer, Israel como povo; deu-lhe uma “constituição”. De modo semelhante, quando os apóstolos proclamam, no dia de Pentecostes, a salvação em Jesus Cristo, é constituído o novo povo de Deus. Não só Israel, mas todos os povos são agora alcançados, cada um em sua própria língua, conforme nos ensina a primeira leitura.

Meus caros irmãos,

A Primeira Leitura de hoje (At 2,1-11) nos apresenta o milagre das línguas. Pentecostes é interpretado como um acontecimento escatológico a partir da profecia de Joel. Mas, sobretudo, é o cumprimento da palavra de Cristo. Passa como um vendaval aos ouvidos, como fogo aos olhos; mas permanece como transformação do “pequeno rebanho” em Igreja missionária. Também hoje, a Igreja de Cristo se reconhece pelo espaço que dá ao Espírito e pela capacidade de proclamar sua mensagem.

O Espírito (força de Deus) é apresentado em forma de língua de fogo. A língua não é somente a expressão da identidade cultural de um grupo humano, mas também a maneira de comunicar, de estabelecer laços duradouros entre as pessoas, de criar comunidade. “Falar outras línguas” é criar relações, é a possibilidade de superar o gueto, o egoísmo, a divisão, o racismo, a marginalização... Aqui, temos o reverso de Babel (cf. Gn 11,1-9): lá, os homens escolheram o orgulho, a ambição desmedida, que conduziu à separação e ao desentendimento; aqui, regressa-se à unidade, à relação, à construção de uma comunidade capaz do diálogo, do entendimento, da comunicação. É o surgimento de uma humanidade unida, não pela força, mas pela partilha da mesma experiência interior, fonte de liberdade, de comunhão, de amor. A comunidade messiânica é aquela onde a ação de Deus (pelo Espírito) modifica profundamente as relações humanas, levando à partilha, à relação, ao amor.

É neste enquadramento que devemos entender os efeitos da manifestação do Espírito (cf. At 2,5-13): todos “os ouviam proclamar, na sua própria língua, as maravilhas de Deus”. O elenco dos povos convocados e unidos pelo Espírito atinge representantes de todo o mundo antigo, desde a Mesopotâmia, passando por Canaã, pela Ásia Menor, pelo Norte da África, até Roma: a todos deve chegar a proposta libertadora de Jesus, que faz de todos os povos uma comunidade de amor e de partilha. A comunidade de Jesus é assim capacitada pelo Espírito para criar a nova humanidade, a anti-Babel. A possibilidade de ouvir, na própria língua, “as maravilhas de Deus” nada mais é do que a comunicação do Evangelho, que irá gerar uma comunidade universal.

Sem deixarem a sua cultura e as suas diferenças, todos os povos escutarão a proposta de Jesus e terão a possibilidade de integrar a comunidade da salvação, onde se fala a mesma língua e onde todos poderão experimentar esse amor e essa comunhão que tornam povos tão diferentes em irmãos. O essencial passa a ser a experiência do amor que, no respeito pela liberdade e pelas diferenças, deve unir todas as nações da terra.

Nesta solenidade, vamos ressaltar o papel do Espírito na tomada de consciência da identidade e da missão da Igreja. Antes do Pentecostes, tínhamos apenas um grupo fechado dentro de quatro paredes, incapaz de superar o medo e de arriscar, sem iniciativa nem coragem para o testemunho; depois do Pentecostes, temos uma comunidade unida, que ultrapassa suas limitações humanas e se assume como comunidade de amor e de liberdade.

Caros irmãos,

A Segunda Leitura (1Cor 12,3b-7.12-13) nos apresenta a unidade do Espírito na diversidade dos dons. “Jesus é o Senhor” é a confissão que une a Igreja primitiva, e essa confissão só se mantém pela força do Espírito Santo. Assim como na unidade da confissão, o Espírito também concede a multiformidade dos serviços na Igreja. Todos os que pertencem a Cristo são membros diversos do mesmo Corpo. O Espírito é, portanto, apresentado como Aquele que alimenta e dá vida ao “corpo de Cristo”; dessa forma, Ele promove a coesão, dinamiza a fraternidade e é responsável pela unidade desses diversos membros que formam a comunidade. Devemos todos ter a consciência de que somos membros de um único “corpo” – o corpo de Cristo – e que é o mesmo Espírito que nos alimenta, embora desempenhemos funções diversas (não mais dignas ou mais importantes, mas diversas).

Irmãos e irmãs,

Jesus conhecia também a dureza da mente e do coração humanos. Sozinhos, os homens não seriam capazes de conhecer e viver a verdade evangélica. Ele conhecia, assim, a forte tendência da criatura ao egoísmo. Ora, o Reino dos Céus estende-se na direção oposta ao egoísmo: tende a formar uma rede de comunidade, tende ao universalismo; por isso, a Igreja é católica, ou seja, universal, onde o Espírito age e vivifica.

Assim, Jesus envia o Espírito Santo para sustentar a criatura, iluminar os olhos da fé e abrir esses olhos à fraternidade.

Hoje celebramos a união do Espírito com a vida, do Espírito com a história, do Espírito com o destino humano. Pentecostes passa a significar fonte e finalidade, começo e plenitude.

Cristo ressuscitou para nos livrar da morte eterna. E o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos na abundância de sua graça para que, continuando a missão de Jesus, dessem testemunho da misericórdia de Deus encarnada em Cristo e implantassem a lei do coração (cf. 2Cor 3,3).

Meus queridos irmãos,

É muito significativo que o Espírito Santo desça sobre os Apóstolos no mesmo lugar da instituição da Eucaristia, ou seja, no Cenáculo. Assim, a partir de Pentecostes, os discípulos, ou seja, a Igreja, formarão o corpo total de Cristo, serão os continuadores da missão de Jesus, aqueles que, fazendo a Eucaristia, são por ela transformados no Corpo do Senhor.

São Francisco de Assis ensina que: “É o Espírito Santo do Senhor, que habita nos fiéis, quem recebe o Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo”. Assim, será nula a comunhão se não estivermos santificados pelo poder do Espírito Santo. E, por menores que sejamos, seremos dignos do Senhor, porque não é a pequenez que conta, mas a grandeza do Espírito Santo de Deus em nós.

Jesus, no Evangelho de hoje (cf. Jo 20,19-23), nos promete a sua presença entre nós até a consumação dos tempos. E, mais do que isso, Ele nos oferece “a paz”, esta dádiva que está tão desprezada pelos povos globalizados e dominadores. Paz que vem da Eucaristia! Paz que vem da presença santificante de Deus em nós! Paz que é o repouso da presença do Espírito vivificante em nós, o Espírito de Deus!

Irmãos caríssimos,

O Espírito Santo é o Paráclito. Paráclito significa advogado, consolador e sustentador de nossas vidas. Essa palavra composta indica um amigo ou pessoa de confiança, chamada para nos ajudar em momentos de crise ou dificuldade; mas indica também o consolo que sentimos, a segurança que esperamos de Deus, e que experimentamos em nossa fé, na certeza de que o Espírito de Deus sempre caminha ao nosso lado para nos proteger, consolar e sustentar na constância da fé e da caridade.

Jesus, no Evangelho, envia os Apóstolos para a missão e lhes dá a certeza de que o Espírito Santo sempre velará e os acompanhará no anúncio do Reino e senhorio de Deus. Mesmo na fragilidade dos ministros sagrados, mas impregnados pela graça santificante de Deus, e abandonando todos os paradigmas da perseguição e da calúnia que desune a comunidade, o Espírito Santo nos envia para a missão, porque “Tudo posso naquele que me fortalece” (cf. Fl 4,13).

Oremos suplicantes, com corações e joelhos voltados para o alto, para que o Espírito Santo nos ajude a enxergar no irmão o rosto sereno e radioso de Cristo Ressuscitado.

Os Apóstolos que ouviram Jesus de viva voz e caminharam com Ele tiveram medo e dificuldade para entender sua missão na terra. Assim, mais do que todos, temos que ter a intrépida coragem de sair pelo mundo como testemunhas de Jesus, testemunhando pela fé, sem precisar ver para crer.

As comunidades construídas à volta de Jesus são animadas pelo Espírito. O Espírito é esse sopro de vida que transforma o barro inerte numa imagem de Deus, que transforma o egoísmo em amor partilhado, que transforma o orgulho em serviço simples e humilde. É Ele quem nos faz vencer os medos, superar as covardias e fracassos, derrotar o ceticismo e a desilusão, reencontrar a orientação, readquirir a audácia profética, testemunhar o amor e sonhar com um mundo novo.

É preciso ter consciência da presença contínua do Espírito em nós e em nossas comunidades, e estar atentos aos seus apelos, às suas indicações e aos seus questionamentos.

Caros irmãos,

O Espírito Santo é o fogo do amor de Deus, que jorra na Trindade e une o Pai e o Verbo, que o Pai gera ao conhecer-se a Si mesmo desde toda a eternidade. E assim como essa Palavra viva, que expressa a sabedoria infinita de Deus, é uma outra Pessoa na unidade de Deus, também o Espírito Santo, amor infinito, é uma outra Pessoa dentro da unidade da natureza divina.

Por isso dizemos no Credo que Ele “procede do Pai e do Filho e, com o Pai e o Filho, recebe a mesma adoração.”

“Na Sua vida íntima – diz João Paulo II – Deus ‘é amor’ (1 Jo 4, 8.16), amor essencial, comum às três Pessoas divinas, mas amor pessoal é o Espírito Santo, como Espírito do Pai e do Filho. Por isso, Ele ‘perscruta as profundezas de Deus’ (1 Cor 2, 10) como Amor – Dom incriado. Pode dizer-se que, no Espírito Santo, a vida íntima de Deus uno e trino se torna totalmente dom, permuta de amor recíproco entre as Pessoas divinas; e ainda, que no Espírito Santo Deus ‘existe’ à maneira de Dom. O Espírito Santo é a expressão pessoal desse doar-se, desse ser–amor. É Pessoa–Amor. É Pessoa–Dom. Temos aqui a riqueza insondável da realidade e o aprofundamento inefável do conceito de Pessoa em Deus, que só a Revelação divina nos dá a conhecer.” (JOÃO PAULO II, Enc. Dominum et Vivificantem, 10)

Peçamos ao Divino Consolador que nos ajude a penetrar no mistério infinito da Trindade. Só guiados pelo amor poderemos conseguir isso.

O Pe. Garrigou-Lagrange, grande teólogo dominicano, contava que um dia lhe apareceu no confessionário uma velhinha a fazer perguntas sobre a Santíssima Trindade. Estranhou a profundidade e a sabedoria que elas revelavam e perguntou: – “A senhora onde é que estudou essas coisas?” E a velhinha respondeu: – “Mas, senhor padre, eu não sei ler, mas quando rezo, fico a pensar nelas.” Aquela mulher, pela intimidade com Deus na oração, conhecia muito dos mistérios divinos, conhecimento que não encontrara nos livros de teologia.

Uma humilde costureira espanhola, Francisca Xaviera del Valle, escreveu um livro muito bonito, Decenário do Espírito Santo. Ainda hoje, é muito proveitoso para quem o lê, ensinando muitas coisas belas e profundas sobre o Paráclito. Ela pode não ter tido muitos estudos teológicos, mas foi alma de grande vida interior.

Caros irmãos e irmãs,

O Evangelho desta celebração (Jo 20,19-23) traz ao menos dois temas importantes em relação ao dom do Espírito: a alegria e a missão. Os discípulos, diante do Ressuscitado-Crucificado, alegram-se. O Senhor sopra sobre eles e lhes concede o Espírito, que os capacitará para sua missão: a reconciliação da humanidade com Deus.

A primeira leitura (At 2,1-11) nos traz novamente a alegria como característica própria da festa de Pentecostes, ou das Semanas, assim como a temática da superação do impedimento linguístico para o anúncio dos discípulos.

A segunda leitura (1Cor 12,3-7.12-13) traz um dado que a liga à primeira: a ação do Espírito é responsável pela superação das dificuldades de entendimento. Se, na primeira, a falta de compreensão devia-se à diferença linguística, na segunda encontra-se no nível das relações comunitárias. Ambas são — ou devem ser — superadas pela presença e ação do Espírito.

O dom do Espírito já não está restrito ao povo de Israel, representado pelos discípulos, mas cumpre a missão confiada por Jesus, no Evangelho, de levar a reconciliação a todos os povos. O Espírito é o dom do Pai que, pela morte e ressurreição de Jesus, foi derramado sobre sua Igreja, mas não pode ficar aprisionado nela ou por ela. A comunidade dos seguidores de Jesus deve ser também instrumento de vinda desse Espírito, por meio da oração e da presença de Jesus em seu meio.

O Evangelho deste dia também nos chama a sermos reconciliadores no mundo; a travar uma luta para que cessem os ódios, a violência, o descaso, o abuso e a corrupção moral, social e política. A Igreja partilha a vida de Jesus quando, ao receber seu Espírito, se compromete a lutar para que o Evangelho saia do papel impresso e seja gravado em suas ações; quando se compromete a ser, ela mesma, lugar e instrumento de reconciliação interna e externa.

Há, na Igreja, pessoas diferentes, com dons e ministérios diversos, e isso é graça de Deus. A completa igualdade na Igreja tiraria seu dinamismo e sua beleza. Importa

reconhecer que o Espírito Santo é quem nos faz todos membros de um mesmo corpo, o corpo de Cristo.

A missão de Cristo, de levar a humanidade à reconciliação plena com Deus, agora deve ser realizada por meio desse corpo. Jesus, por sua paixão e ressurreição, reconciliou o mundo com Deus. Nós, seus representantes e enviados, somos chamados a dar a conhecer ao mundo essa reconciliação.

A unidade do Espírito Santo, agindo na diversidade de dons e carismas, é sinal manifesto da presença de Deus no mundo por meio da Igreja, comunidade dos seguidores e seguidoras de Jesus.

Prezados irmãos,

O sentido desta celebração ultrapassa o marco cronológico que delimita a conclusão do tempo pascal. Nela, temos a confirmação da fidelidade de Jesus aos seus seguidores de todos os tempos, também destinatários do seu Espírito, que sopra onde quer. Por isso, é importante explicar bem as leituras, contextualizando-as e mostrando que as diferentes perspectivas de cada autor não indicam contradição, mas demonstram a liberdade na maneira de atuar do Espírito Santo.

A missão de continuar o projeto libertador de Jesus, confiada oficialmente à Igreja na ascensão, só pode ser cumprida com a assistência do Espírito Santo e a devida abertura às suas intuições. De fato, é o Espírito quem mantém a Igreja alinhada ao projeto de Jesus.

Meus caros irmãos,

A missão da Igreja continua em nossos dias. É nosso dever buscar alcançar, por meio da nova evangelização, todas as gentes, povos, grupos, classes e raças.

Assim, o verdadeiro milagre das línguas não consiste apenas em dizer “Aleluia” em todas as línguas, mas é algo maior. Os diversos dons do Espírito Santo, de que fala a segunda leitura, servem exatamente para isso: atingir as pessoas de todas as maneiras, para sermos profetas da Nova Aliança, selada por Cristo em seu próprio sangue e agora anunciada ao mundo sob o impulso do Espírito.

A comunhão a todos reúne. No Espírito Santo, espírito de amor e unidade, todos podem entender-se. O Espírito é a alma da Igreja, o calor de nossa fé e da nossa comunhão eclesial. A Igreja, por sua unidade no Espírito, no vínculo da paz, torna-se sacramento do perdão, da unidade e da paz no mundo, na medida em que se coloca em contato com o senhorio do Cristo pascal, na evangelização e na vivência do amor. Viver o Cristo e amar o próximo pode ser o resumo da presença do Espírito Santo entre nós. Amém!

Padre Wagner Augusto Portugal. 

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